quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Moisés e os Extraterrestres no Sinai

SERIA UM OVNI  NO  SINAI ?

ÊXODO CAP. 19 Vs. 16 a 19
Na manhã do terceiro dia, houve um estrondo de trovões e de relâmpagos; uma espessa nuvem cobria a montanha e o som de trombeta soou com força. Toda a multidão que estava no acampamento tremia. Moisés levou o povo para fora do acampamento ao encontro de Deus, e pararam ao pé do monte. Todo o monte Sinai fumegava, porque o Senhor tinha descido sobre ele no meio de chamas, o fumo que subia do monte era como a fumaça duma fornalha, e toda a montanha tremia com violência.O som da trombeta soava ainda mais forte; Moisés falava e os trovões divinos respondiam-lhes.

           





Ufologicamente, a passagem do Êxodo cap.19,vs. 19 a 20: “Todo o monte Sinai fumegava, porque o Senhor tinha descido sobre ele no meio das chamas; o fumo que subia do monte era como a fumaça de uma fornalha, o toda montanha tremia com violência. O som da trombeta soava ainda mais forte; Moisés falava e os trovões divinos respondiam-lhe.”, pode também ser interpretada dessa forma: Um Ovni se instalou na montanha, fazendo muito barulho e movimentos em ziguezague, o que causou pavor as pessoas naquela ocasião.
            De acordo com a própria Bíblia revistas as contradições com relação a visão direta do Criador, fica claro que a Lei ou a base da Lei, dos dez mandamentos, foi ditada pelos emissários de Jesus; os anjos. Portanto todos os movimentos de evolução material e espiritual do orbe se processaram e processam, sob o seu augusto e misericordioso patrocínio. Em Gálatas cap.3,v.19, Paulo de Tarso, expõe claramente o seu pensamento sobre o assunto comentando: “Então,  que é a Lei? É complemento ajuntado em vista das transgressões, até que viesse a Descendência a quem fora feita a promessa;  foi promulgada por anjos passando por um intermediário.”





            Inicialmente, por força de expressão, Moisés, em sua narrativa atribui ao próprio Deus essa manifestação, mas ele próprio já teria presenciado um fenômeno de natureza similar quando  segundo seu relato um anjo lhe apareceu no monte Horeb sob o aspecto de uma chama.( Êxodo cap.3,v.2). Deduzimos que o decálogo foi então transmitido a Moisés pelos excelsos prepostos de Jesus, no dizer de Paulo; os anjos, que na sua tradução original significa mensageiros. Esses mensageiros ao que parece, fazem parte das hierarquias de seres que dirigem sob a égide do Cristo as ações no planeta Terra e de outros planetas. A apresentação desses seres ao Legislador Hebreu no Sinai pode ter acontecido através das propriedades do perispírito que ocasionam esse tipo de manifestação como descreve Paulo de Tarso em Hebreus cap.1, v.7:  “ Por outro lado, a respeito dos anjos diz: Ele faz dos seus anjos sopros de vento e de seus ministros chamas de fogo.” 




Outrossim, sabemos  que para a execução de fenômenos de materialização ou condensação ectoplasmática, por informação dos próprios espíritos, a espiritualidade conta com inúmeros aparelhos e recursos tecnológicos avançados objetivando a ionização da atmosfera combinando recursos para efeitos elétricos e magnéticos, objetivando criar ambientes propícios através de médiuns com capacidade de doação de fluidos(ectoplasma), desde que os mesmos estejam devidamente preparados através de uma alimentação leve e mais natural possível. Daí em tese, explica-se o fato de Moisés permanecer quarenta dias efetuando ao que parece ser um   jejum, tendo como finalidade a priori a purificação do seu organismo e a da sua mente com o intuito de favorecer e auxiliar esta manifestação ou mesmo o contato com os seres de uma dimensão superior, chamados de anjos. Moisés não foi escolhido por acaso para cumprir sua missão, estabelecendo contato com seres de níveis dimensionais superiores. Para tanto, valia-se da ciência secreta, ou magia branca, conhecimento esotérico milenar totalmente direcionado para o bem, adquirida ao longo dos quarenta anos que viveu na corte Egípcia. O Apóstolo Lucas, em  Atos dos Apóstolos, cap.7, vs.20 a 22, escreve a esse respeito: ”Moisés foi instruído em todas as ciências dos egípcios, e tornou-se forte em palavras e obras.” E como grande iniciado nos assuntos metafísicos retorna a Terra séculos mais tarde em visitação a Jesus, acompanhando do profeta Elias, partindo em seguida em uma espessa nuvem, episódio que segundo as escrituras deixou os apóstolos Pedro, Tiago e João, que estavam com Jesus no monte Tabor atemorizados.(Lucas, cap. 9, vs. 28 a 36).  


     
            Segundo o Bíblia, Moisés após o recebimento das tábuas da lei, apresentava uma ligeira modificação em sua fisionomia, talvez imposta pela ação fluídica magnética, que fora submetido pelo contato direto com emissários do Senhor. Seu rosto transfigurava-se, apresentando uma aparência luminosa e encantadora, digna dos anjos celestes. Isto possivelmente tenha acontecido em virtude da quarentena que submeteu uma maior depuração no seu perispírito ao ponto de ser notada pelos espectadores. A Bíblia nos relata  esse episódio em Êxodo cap. 34, vs. 30,34 e 35: “E, tendo-o visto Aarão e todos os israelitas, notaram que a pele de seu rosto se tornara brilhante e não ousaram aproximar-se dele.Mas, entretanto Moisés diante do Senhor para falar com ele, tirava o véu até sair. E, saindo, transmitia aos israelitas as ordens recebidas. Estes viam irradiar a pele de seu rosto; em seguida Moisés recolocava o véu no seu rosto até à próxima entrevista do Senhor.” O Apóstolo Paulo em II Coríntios cap. 3, vs. 7 e 8, complementa: “Ora, se o ministério da morte,  gravado com letras e pedra, se revestiu de tal glória que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos no rosto de Moisés, por causa do resplendor de sua face (embora transitório), quanto mais será glorioso o ministério do Espírito! Se o transitório era glorioso, muito mais glorioso e o que permanece!”



            A segunda hipótese com relação ao recebimento dos dez mandamentos, diz respeito as altas hierarquias de Espíritos missionários, os quais, poderiam valer-se de veículos astrais ou Ovnis, para a sua locomoção, como já vimos em capítulo anterior, onde demonstramos que é até bastante  comum na espiritualidade a utilização de aparelhos, que visam transpor as pesadas vibrações fluídicas magnéticas que envolvem as camadas mais baixas do planeta,  oriundas dos pensamentos negativos dos encarnados e desencarnados que vivem na crosta ou nas suas proximidades. Fato é que Moisés foi totalmente direcionado e instruído por seres que lhe eram  superiores, dos quais recebia ordens diretas para cumprir a sua missão na Terra. Paulo de Tarso na sua carta aos Hebreus (cap. 8 v .5), menciona esse fato: “O culto que estes celebram é, aliás, apenas a imagem, sombra das realidades celestiais, como foi revelado a Moisés quando estava para construir o tabernáculo: “Cuida para que se execute este trabalho segundo modelo que te mostrei no monte.” (Êxodo cap. 25 v. 40).”Ainda sobre o acontecimento do Sinai, Eclesiástico cap. 45, vs. 5 e 6, escreve que Moisés foi introduzido numa nuvem, e lá recebeu o conhecimento,. Lemos:Pois (Deus),  atendeu-o ouviu sua voz, E o introduziu na nuvem. Deu-lhes seus preceitos  perante (seu povo) e a lei da vida e da ciência...”. Percorrendo as página da Bíblia,  podemos encontrar  mais uma notável referência a esse episódio, no  Salmo cap. 67. v.18: “São milhares e milhares de carros de Deus: Do Sinai vem o Senhor ao seu santuário”. Essas passagens sugerem-nos a hipótese dos Ovnis e contatos extraterrestres de natureza possivelmente espiritual elevadaEsta alusão a veículos que os supostos mensageiros teriam utilizado para a chegada no Sinai quando da promulgação do decálogo, se justificaria em tese pela necessidade do transporte dos aparatos tecnológicos que a  espiritualidade superior dispõe e que facilita sua manifestação no mundo físico, de uma forma mais ostensiva.






O próprio André Luiz entre outros autores espirituais descrevem a utilização de certos aparatos tecnológicos que auxiliam os Espíritos nos processos de materialização e voz direta. O Ovni do Sinai, visão apregoada por alguns ufólogos na realidade seria a manifestação e intervenção dos  seres que habitam as elevadas camadas vibratórias da Terra, fazendo-se valer dos meios superiores que dispõem para a realização das suas sagradas missões. Concluímos portanto, que a utilização de uma nave para efetuar o deslocamento desses seres caso naturalmente essa hipótese seja verdadeira, não altera nem tampouco diminui a grandeza espiritual dos ensinamentos descritos no decálogo, que aliás, são a base fundamental para o desenvolvimento e formação de uma sociedade mais justa e igualitária.

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