quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Os Ovins no planeta Terra

OS OVNIS  NO PLANETA TERRA


PROVÉRBIOS, CAP. 18,3
Uma loucura e uma vergonha rejeitar um assunto antes de conhecê-lo.




            Pesquisando-se muitos relatórios sobre o que tenham sido os Ovnis e sua presença na Terra na chamada antigüidade nos dá a princípio nítida  impressão de que o planeta há muito se encontra sob a observação de outros mundos e outras civilizações. Muitos acreditam ter encontrado inúmeros vestígios dessas visitações ao longo dos tempos, que parecem reforçar e corroborar para teoria das visitações extraterrestres no planeta. 




Foram descobertas pelos Srs. Willian Meister e Francis Shape, no dia 3 de junho de 1.968, pegadas humanas medindo 32,5 x 11,24 cm calçadas aparentemente de botas, fossilizadas que esmagaram um trilobeta, uma espécie de inseto pré-histórico que viveu somente há 440 milhões de anos, na era Paleozóica na região de Antelope Springs a quarenta e três milhas da cidade de Delta, no Estado de Utah, nos Estados Unidos. Foram também encontradas dez pegadas humanas com aproximadamente 250 milhões de anos, com perfeitos cinco dedos medindo 23,73 x 10, 25cm investigada pelo Dr. Wilburg G. Burroughs em 1.931, do Departamento de Geologia de Kentucky, Estados Unidos. Eqüivalendo a uns 65 milhões de anos, foram descobertas pegadas humanas fossilizadas ao lado de pegadas de dinossauros, no famoso Vale dos Gigantes, ao longo do leito do rio Pauluxy, próximo a Glen Rose, no Texas nos Estados Unidos.







 Na cidade de Nipur, localizada a 150 km ao sul de Bagdá, arqueólogos encontraram uma fenomenal biblioteca sumeriana, contendo cerca de 60.000 placas de barro contento inscrições denominadas cuneiformes de 6.000 anos. O mais incrível é que nas traduções dessas escritas diz-se que a  humanidade teve origem extraterrestre. Os sumerianos em vista disso, acreditavam que os “Deuses”, vieram do décimo planeta, o qual completa uma volta em torno do Sol a cada 3.600 anos. O interessante é que as tábuas de argila sumerianas, contém informações precisas sobre o planeta Plutão, que só foi descoberto no ano de 1.930. Eles sabiam as dimensões de Plutão, sua composição química e orgânica e afirmavam que Plutão, era na realidade um satélite de Saturno que se desprendeu e ganhou órbita própria. Nas origens das religiões e mitologias, os Ovnis e seus tripulantes parecem estar sempre presentes.







 Os livros sagrados Dzyan contam-nos que os primeiros homens da terra eram filhos de homens celestes e que os reis da luz ocupavam tronos celestes. O Nighongi, do Japão descreve-nos seres divinos que descem dos céus em barcos celestiais. Zeus e Mercúrio e outros deuses gregos, desciam constantemente do Olimpo para amarem as lindas mulheres gregas. O Bundhasvamin Brihat Katha Shlokasanigraha um antigo romance do Nepal, narra contos de seres divinos descendo dos céus e seduzindo as mulheres e guerreando em carros voadores. Ainda no Nepal foi encontrada uma placa antiquíssima que retrata o universo, alguns animais e a figura de um humanóide, similar ao relatos atuais de alguns tripulantes de Ovnis.




 Na Índia ,o Rigveda, Mahabharata, Samarangana Sutradhara, Ranayana,  nos conta a história sobre seres celestiais que desciam a terra em naves para amar e fazer guerra.




Os “Jubileus”, livro considerado a pequena Bíblia entre os hebreus, mais antigo que o próprio Velho Testamento, fala que os “Veladores”, vieram a Terra para ensinar aos homens a vida perfeita, mais acabaram sendo seduzidos pelas mulheres encarnadas. A Bíblia menciona que os filhos dos deuses também se uniram as filhas dos homens gerando filhos famosos, uma espécie de semideuses na antigüidade. Na realidade, muitos na antigüidade quando se deparavam com um fato totalmente desconhecido, atribuíam esse evento a manifestação direta de Deus, fossem eles fenômenos naturais, intelectuais, tecnológicos, espirituais, ou mesmo aparições de Ovnis. A própria Bíblia nos fornece vários exemplos retratando esse tipo de raciocínio humano da época. A respeito disso, a título ilustrativo observamos em Atos dos Apóstolos cap. 28,vs. 5 e 6,  logo após os indígenas presenciarem um episódio em que Paulo de Tarso após ser picado por uma víbora,  ileso, livra-se dela arremessando-a contra o fogo obtém a seguinte exclamação dos nativos: “Ele é um deus”. Portanto na antigüidade como em alguns casos nos dias de hoje, “Deus”, era na realidade para  muitos, tudo aquilo que não se podia entender ou se explicar.
            Ao que tudo indica, muito desses fenômenos correspondentes a fenomenologia dos  Ovnis também foram representados ao longo dos tempos em inúmeras obras de arte. No estado de Minas Gerais, Varzelândia Brasil, foi encontrada pintura rupreste semelhante as descrições atuais de discos voadores.



 Caso similar aconteceu em cavernas localizadas a sudoeste da França.Nas grutas de Magao, Dunhuang, província de Gansu, na China, existem murais com muitas referências a incomuns aparelhos voadores. Seres são representadas nos ares, dirigindo vários objetos com forma de barcos a vela, sendo o mais curioso dentre eles, um objeto em forma de charuto com nuvens indicando movimento e direção. No Usbiquistão existe uma pintura rupestre de 2 metros de altura, com cerca de 10.000 anos representando nitidamente um astronauta e uma nave em vôo incrivelmente semelhante a um disco voador. No Templo construído por Him-Hotep em Saqqara no Egito, sacerdotes egípcios fazem oferenda a um ser bastante comum nos relatos de contato com Ovnis, classificado como Grey. Objetos voadores em forma de chapéu decoram enigmaticamente algumas tapeçarias de 1.330. Algumas dessas tapeçarias encontram-se na Basílica de Notre Dame, em Bearne na França. O pintor italiano, Fillipo Lippe, no século XV, pintou “A Madona e São Geovanino”, que tem como tema principal o nascimento de Jesus, no entanto, nota-se perfeitamente nessa obra, além da Virgem, dos anjos e do próprio menino Jesus, um objeto voador no céu, o qual é  observado nitidamente por uma pessoa que se encontra a uma certa distância do local do nascimento.




 O pintor Carlo Crivelli (1430-1495), na obra intitulada “A Anunciação de Santo Emídio”, exposta na Nacional Gallery de Londres,  retrata um objeto em forma de disco que emite um raio de luz diretamente para a cabeça de Maria. 





Outro famoso desenho da Idade Média retrata um evento acontecido em 1.520, em Efrut, leste da Alemanha. Segundo consta, uma maravilhoso raio brilhante de grandes proporções apareceu no céu. Ele foi caindo e, ao atingir o chão, destruiu vários objetos e o terreno. A seguir, ele manobrou em redondo elevando-se até o céu. O que quer que seja, desceu e voltou a voar, o que desqualifica meteoros e raios globulares Na pintura presente no Museu Nacional Germânico de Nuremberg, na Alemanha, que retrata a Madona, verifica-se, inusitadamente, várias figuras de tamanhos diminutos entre as árvores. O manuscrito de voynich, descoberto no século XVI(1584), apresenta quarenta vegetais inexistentes na Terra, seres humanóides dotados de reduzida estatura, diagramas astronômicos representando as constelações de Aldebaran e Hyades, alé de uma escrita elaborada em alfabeto fantástico e desconhecido.Na obra exposta na Basílica de São Pedro, em Montalcino, na Toscana, de Boavanetura Salimbeni criada em 1.595, intitulada a  “Santíssima Trindade”, na posição central da pintura, visualiza-se um objeto que pela sua grandeza e característica lembra o primeiro satélite artificial russo. Em uma pintura datada de 4 de novembro de 1.697, sob os olhares de vários espectadores, mostra rodas incandescentes em meio a nuvens de vapor e raios no céu de Amburgo. Em uma pintura que se encontra exposta na Catedral de Mitsheta, na Georgia, pode-se facilmente se observar estranhos objetos retratados no céu na cena da crucificação de Cristo. 




Devido a grande incidência do fenômeno, no decorrer da história da humanidade inúmeros foram, os incidentes aéreos estranhos, onde muitos desses sinais no céu,  presságios ou prodígios poderiam ser os chamados Ovnis,  vistos nos céus, foram variadamente interpretados como avisos, incentivos ou profecias e por conseguinte batizados com os mais diferentes nomes. Mas foram sem dúvida nenhuma, os historiadores de uma forma geral os melhores protagonistas dessas observações, alguns deles pelo detalhamento de seus registros, bem poderiam ser até considerados como os primeiros ufólogos da história da humanidade. No Egito no ano de 1.500 a. C., existe um registro egípcio onde “rodas ou discos de fogo”, foram vistos planando sobre o palácio do faraó Thutmosis III ou Thutmés III. No ano de 1.361 a. C., no famoso canto do faraó Akenaton também conhecido por Amenofis IV, realizado para deus Aton,  lê-se a seguinte e intrigante descrição: “E assim ocorreu que, encontrando-se o faraó na caça do leão, em pleno dia, seus olhos avistaram um disco brilhante pousado sobre uma rocha, e o mesmo pulsava como o coração do faraó, e seu brilho era como o ouro e a púrpura. O faraó colocou de joelho ante o disco.” No Hino III, o faraó continua a narração dizendo: ”Oh!, disco solar que com teu brilho ofuscante pulsas como um coração e a minha vontade parece tua. Oh! Disco de fogo que iluminas o teu brilho e a tua sabedoria são superiores a do Sol.” Cabe destacar que foi após a visão do disco solar ou Ovni,  identificado como o deus Aton que Amenofis IV mudou o nome para Akenaton, alterando toda a estrutura religiosa do Egito, que lhe valeu ser assassinado mais tarde.





 No fabuloso acervo da biblioteca de Alexandria, existia  uma das primeiras obras a respeito dos Ovnis, escrita pelo grego Demétrio de Falero, intitulada: “Sobre o Feixe de Luz no Céu”, assim como a obra “A História do Mundo”, escrita pelo sacerdote Babilônio Bérose, descrevia os primeiros contatos com extraterrestres.Durante o reinado do imperador Numa Pompílio, no ano de 708 a.C. os escribas romanos registraram a observação nos céus de um “escudo de bronze voador”. Segundo o relatos do romano Plínio o Velho, foram observados, em Bolsena, na antiga Itália, escudos ardentes voando sobre a cidade, os emitiam raios caloríferos. Alexandre, o Grande com seu exército, habituado com as operações de guerra, comparou-os a “grandes escudos prateados e brilhantes”, quando descreveu um Ovni que fez uma incursão nos céus no ano 329 a.C. e que interferiu com a passagem do exército grego quando este avançava, sobre o rio Jaxartes na Índia. Aristóteles (384-322 a.C.) conhecendo bem os lançamentos de discos feitos pelos atletas gregos, qualificou os objetos que ele viu no céu de discos celestiais. Os romanos, guerreiros, como Alexandre, denominaram-nos de escudos ou dardos flamejantes ou ainda, de esquadras de navios. Plínio o historiador, também os avistou, registrando-os no volume II de sua História Natural (100a.C.), escreveu:  “Quando Lucius Valcrius e Gaius Valerius eram cônsules, um escudo chamejante espalhando centelhas correu através dos céus durante o ocaso do sol, de leste para oeste.” Conforme Julius Obsequens e Tito Lívio em História Romana, livro XXI, cap. 62, no ano de 214 A .C. na cidade de  Ádria, no golfo de Veneza, houve um estranho espetáculo. Surgiu um homem vestido de branco sobre um altar nos céus. A princípio esses avistamentos de altares no céu, nada mais parecem ser do que tripulantes de Ovnis em vôo, sendo a cúpula da nave transparente permitia que as testemunhas observassem o seu interior. Em 218 a . C. nos livros XII e XXII de sua História Romana, mais uma vez o historiador Tito Lívio relata como “navios fantasmas”, foram vistos brilhando no céu.Inclusive em Roma, assim como em outros lugares apareceram imagens de homens altos com brilhantes vestes brancas que se mantinham à distância sem aproximarem-se das testemunhas. Assim como o avistamento de um escudo voador nos céus de Apia, Itália e o fenômeno do globo solar menor, e das lâmpadas cintilantes, vistas nos céus de Praeneste, cidade de Lacio. No ano de 50 a.C., Marco Túlio escreve em sua obra Divinationis, livro I, capítulo XLIII, o seguinte relato: “ Foram vistas aparecer três luas, e chamas de fogo observadas no céu. Em outro oportunidade o Sol substituiu a noite, e sons foram ouvidos no céu. As próprias nuvens pareciam explodir, e apareceram estranhos globos no céu.”  Em 48 a.C. o historiador Plutarco recolhe em sua obra que no mês de agosto desse ano ocorre um curiosos incidentes em Tealia quando no alvorecer, um pouco antes da batalha entre os exércitos de Júlio César e de Pompeio. Uma enorme e brilhante lua apareceu sobrevoando o campo. O mesmo César afirmou ter visto uma fulgurante tocha, que saiu do interior da enorme luz, precipitando-se sobre o acampamento de Pompeio, enquanto inspecionava a guarda. Curiosamente o resultado dessa batalha, segundo comenta o historiador Dio Cassius, havia sido revelado na Síria, a mais de 1.500 km de distância do local dos acontecimentos, por dois estranhos jovens que desapareceram tão misteriosamente como haviam surgido. No ano de 384 d.C. segundo o historiador Lycosthenes, foi avistado no céu um objeto em forma de coluna. Exatamente no ano 1.000 d.C., sobre a cidade de Avigliana, próxima a Turim, na Itália, objetos similares a tochas de fogo, cruzaram o céu a enormes velocidades, e uma claridade sem igual iluminou completamente a noite, deixando aterrorizados os habitantes da vila. No manuscrito de Annales Laurissenses, sec. XII, existe duas pinturas retratando as cruzadas, as quais referem-se ao ano de  776 d.C., no qual os franceses estavam sitiados dentro do castelo de Sigbut pelos saxões, quando subitamente foram salvos  pela aparição no céu de dois escudos vermelhos sobre a Igreja da fortaleza. As crônicas do monge Mateus de Paris, do ano de 1.120, nos falam de uma cruz voadora sobre o Santo Sepulcro, no ano de 1.200 uma cruz também foi avistada nos céus de Jerusalém.
 No ano de 1.213 d.C. no dia 10 de março objetos voadores luminosos apareceram por detrás da montanha do templo de Hokkedo, no Japão. Os objetos subiam e se apagavam alternadamente, segundo comenta o cronista japonês Yussuke Matsumura. No ano de 1.290 d.C. um manuscrito descoberto no mosteiro de Ampleforth refere-se a uma observação ocorrida no dia 3 de agosto desse ano pelos religiosos do mosteiro de Byland. O texto comenta o seguinte: “Um dos irmãos a confraria chegou e avistou que havia um grande objeto lá fora. Todos então saíram e viram uma enorme coisa de prata, como um disco, que voava lenta mas poderosamente sobre eles, provocando-lhes o maior dos terrores.” O professor de literatura chinesa Sr. Ke Yang, da Universidade Lanzhou, encontrou fortes evidências de que houveram avistamentos aéreos anormais na China, que foram registrados em textos clássicos chineses. Um deles o qual destacamos, faz menção a um dai do mês de janeiro do ano 314 d.C. da nossa era, e aconteceu sob o reinado do imperador Jianxing, quando o sol se precipitou em terra e outros “três sois”; surgiram juntos por cima do horizonte. Outro dia, o sol desceu rapidamente até o solo e outro “três sóis” voaram, um junto ao outro, depois de haverem-se elevado em direção a oeste, dirigindo-se depois para leste. Em um outro texto, verificou-se o seguinte incidente: “No dia cinco do reinado do imperador Jianxing, três sóis brilharam simultaneamente no céu  colorindo-o de tons multicores. Os sóis estavam rodeados por uma auréola e suspensos a dez metros por cima do solo. No centro dos sóis podia se distinguir uma cor verdosa.”
            Os antigos tibetanos os chamavam de  pérolas do céu”. Os havaianos, por sua vez, descreveram os  objetos que têm vistos e relatados há mil anos como os “akuatele” os chamados Espíritos voadores. Na religiosa e nebulosa Idade Média da Europa os objetos que se movimentavam pelas noites se pareciam com cruzes. Poderia a cruz que mudou a história do Cristianismo vista por Constantino ter sido uma destas? Na Bíblia eles foram descritos por Ezequiel, assim como outros profetas, Glória de Deus, rodas que giravam  e faiscavam, rolos e chaleiras voadoras, carros de fogo, nuvens e colunas incandescentes. Durante a era dos grandes descobrimentos e das explorações os viajantes celestiais assumiram, aos olhos de seus observadores, a forma de barcos. Cristóvão Colombo, o descobridor da América,  narra e seu diário de bordo,  que foi uma estranha luz que o guiou para a descoberta do novo continente. No livro prodigiorum Ac Ostentorum, consta uma crônica de Conrad Lycosthenes (1518-1561), traz um curioso desenho de uma nave em forma de charuto observada nos céus da Arábia em 1479. Em 1.519 d.C., o navegador Antônio Pigafetta, que participou da expedição de Fernão de Magalhães ao redor do mundo, deixou escrito um detalhado encontro com um disco de fogo ocorrido sobre a ilha de Briano. á na época dos balões, os objetos voadores eram descritos na França como “brilhantes balões flamejantes”. Em Vermont, no século dezenove, os observadores, que eram em sua maioria tecelões, chamaram o que viam de “rocas voadoras”. O famoso astrônomo inglês Edmond Halley em 1.716, descobridor do cometa que leva o seu nome, observou e relatou a presença de um estranho objeto luminoso que se manteve no céu por mais de duas horas. Já em 1.768 o ilustre escritor Goethe, autor da célere obra “Fausto”, comentaria posteriormente uma aventura ocorrida quando o mesmo contava com apenas 16 anos de idade, relatando o seguinte: “....Repentinamente, a um lado do caminho, observei uma espécie de anfiteatro enormemente iluminado. Num lado havia infinitas pequenas luzes tão brilhantes que feriam a vista. Essas luzes não eram fixas, já que pulavam em todas as direções, embora havia algumas que permaneciam imóveis...”
Em 1.820, o astrônomo Françoise Aragó publicou em sua obra “Annales de Chimie et Pbyique”, o relato de uma observação ocorrida num eclipse da Lua:“...Estranhos objetos a iguais distâncias uns dos outros evolucionavam no céu e preservaram a formação em suas manobras com uma precisão militar...”. Em 1.897 uma incrível onda de avistamentos de estranhos objetos voadores, similares aos descritos por Julio Verne (1.828-1.905) em suas obras “Robur”; “O Conquistador e o Dono  do Mundo”, nos quais seus tripulantes possuíam um aspecto oriental, foram observados por uma enorme quantidade de testemunhas ao longo dos Estados Unidos. Na realidade os relatos são inúmeros e ficaríamos o livro todo a descreve-los, pois em cada período as pessoas os classificavam sempre de acordo com os objetos que lhe eram familiares, já em nossa época foram chamamos de “discos voadores” ou “objetos em forma de charuto”. Isso se deu em virtude dos avistamentos em massa nos Estados Unidos no ano de 1.947, primeiro sobre o estado de Iowa e depois sobre o Monte Rainier em Washington, os Ovnis foram primeiro chamados de “pratos” e logo depois de “formas de tortas”, para depois se transformarem em  discos”. Esses também já foram observados no espaço, por quase todas as missões espaciais, e ainda são verificados nos dias de hoje por inúmeros indivíduos desconhecidos que atestam através de seus depoimentos sua presença. Confirmando assim, que a Terra é observada desde épocas imemoriais. 


AS PERGUNTAS QUE SEMPRE FAZEMOS

Procuramos ao longo de nossas pesquisas encontrar algumas evidências do que aqui na Terra chamamos de fenômeno “Ovni”. A pergunta seria a seguinte; Os discos voadores existem e estariam classificados dentro desse fenômeno? E se a resposta é afirmativa de onde eles vem? Das regiões remotas do espaço? ; Da chamada quarta dimensão?; Do futuro?; Do centro da Terra?; Do mar?
  Outras indagações surgem naturalmente das primeiras;  O que querem aqui?;Nos ajudar?; Nos observar?; Nos pesquisar?; Nos conquistar?;Quem são? ;Humanos?; Espíritos?;Demônios?; Extra ou Superhumanos?;Como são?;São iguais ou diferentes de nós?;E ainda quais são as conexões religiosas?; A figura de Jesus estaria esclusa desse contexto?



            A bem da verdade é que descartada as inúmeras hipóteses de fenômenos naturais aplicáveis naturalmente a uma imensa quantidade de aparições de objetos que vão desde as refrações, satélites, balões, estrelas etc., a fraudes consistentes de fotografias, mistificações ou fantasias inconseqüentes. Existem ainda, um grande número de outros fenômenos inexplicáveis, segundo o critério naturalista e fisicista, resistindo mesmo a deturpações da verdade em críticas e relatos idôneos testemunhados largamente ao longo dos tempos. Constantes outros ainda de documentos credenciados, registrados em autênticas fotografias demonstrados os objetivos em radares de bases aéreas supercontroladas ou aeroportos, por outro lado, outros tantos de realidade psicológica igualmente dignos de crédito e análise. Todo esse universo, leva-nos à tranqüila e segura hipótese:  objetos” ou “fenômenos”,  sob controle de inteligências ou seres que visam a uma determinada finalidade. Isso é que a nossa humilde pesquisa tentará responder ao longo dos capítulos que se seguem. Uma das perguntas já podemos nos adiantar em fornecer a resposta diante do extraordinário avanço técnico na construção e governo desses aparelhos, cuja  manobra e fenômenos variam na ordem, que acompanham suas aparições, transcendem de muito ao que a nossa técnica humana poderia realizar demonstrando o pleno conhecimento de tipos energéticos precisamente utilizados e controlados, como por exemplo dar meia volta em ângulo reto sem desacelerar. Fazendo ressaltar um avanço imenso em relação à nossa ciência e técnica, quando se observam velocidades extrema, domínio da inércia, super controle da luz, que chegam até a adensar, submetendo-as a formas nitidamente dimensionadas; em curvamento de feixes luminosos já concentrados à forma dos que emitem os nossos holofotes; rápido aparecer e desaparecer no radar ou a olho nu, sugerindo criação de campos interferências, visando à invisibilização ou, então, capacidade de desmaterialização, à forma das ocorrentes em precisas observações já há muito realizadas na experiências metapsíquicas, agora, sério  âmbito de pesquisa de pesquisa da parapsicologia. Nesse último caso, talvez, uma autêntica mudança de dimensão podemos assegurar que não são humanos,  pelos menos os que conhecemos .

Um comentário:

  1. É impossível negar a existência de seres extraterrestres!
    A cada ponto da história, temos a confirmação do fato!

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